Metrópoles completas e incompletas – Ensaios sobre a urbanização Latino-Americana

“Nos mundos subdesenvolvidos, a rede urbana como que se cria, estrutura e vive em função de estímulos do mundo exterior. Não seriam esses estímulos, na sua quantidade, na sua força, apenas, que dariam os níveis de hierarquia; mas essa hierarquia seria resultante da capacidade de cada um deles de transmitir esses estímulos.” (p. 53)

“As metrópoles incompletas resultam de uma transformação quantitativa e qualitativa das grandes cidades já existentes sob o impacto das modernizações, que são direta ou indiretamente responsáveis pelas transformações da demografia, do consumo e da produção, na cidade e na região.

“Em que pese à sua incapacidade de proceder à macro-organização do território, as metrópoles incompletas não dispõem da totalidade dos meios necessários a essa dominação, sendo então obrigadas a completar-se alhures. Podem fazê-lo quer no próprio país, quando este já dispõe de uma metrópole completa […], quer no estrangeiro […].” (p. 60)

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