Racionalidade – Pensando o espaço do homem

“A especialização crescente na produção, numa base regional mas não raro ligada a interesses distantes, assim como a multiplicação das trocas contribuem igualmente para tornar o homem estranho ao seu trabalho, estranho ao seu espaço, à sua terra, transformada praticamente em fábrica. Isso é ainda mais verdadeiro quando se impõe a necessidade de estandardizar a produção, aumentar a produtividade da terra, racionalizar a atividade e, desse modo, utilizar melhor cada tipo de gleba para uma determinada produção” (p. 28-29).

“Nos países desenvolvidos, a racionalidade da alienação encontra contrapartida no emprego ou na ajuda financeiro aos desempregados. No Terceiro Mundo, essa racionalidade permanece abstrata: o sistema ainda não pôde, aí, inventar uma falsa verdade para camuflar a realidade do não-emprego e da miséria” (p. 29).

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